Alina Batista, 22 anos, nasceu em Salvador, porém adotou Acupe (terra de seus pais), como seu 2° berço, no momento cursa o 6° semestre de pedagogia na Faculdade da Cidade de Salvador e Psicologia na UNIJORGE, pretendende fazer especialização em Psicanálise, para poder atuar na área de EDUCAÇÃO, PSICANÁLISE E SAÚDE MENTAL, com o intuito de juntar educação e saúde, baseando-se na observação de que pais e professores  fazem das crianças um banco de dados e esquecem de educar o emocional delas.

VISÃO REFLEXIVA DO FILME RIO

Vi o filme rio na sua estréia pela direção do Carlos Saldanha, onde mostra o lindo visual do Rio, mas mostra também contrabandistas em favela, e criança no crime, (como o menino apresentado em umas de suas cenas, que para comer se submete a serviços ilícitos)e etc. O filme Passa a imagem que no Rio as pessoas esquecem tudo por causa de carnaval e futebol. (como se o carioca, de forma generalizada, só se preocupasse com futebol e carnaval)

As pessoas pulam carnaval em cima de carros nas ruas e só se falam nisso.
Uma das partes que mais mim chamou atenção foi quando o ornitólogo estava no carro na orla de dia e vê sua dentista com roupas minúsculas indo pro carnaval, como se até as pessoas mais instruídas esquecessem tudo no carnaval. O filme também inclui uma cena de desfile, muito bem feita, mas sem regras, quando o contrabando se apodera de um carro alegórico para burlar uma situação e conseguir despistar todos afim de executar seu plano.
Outro ponto a ser tratado é referente aos macacos (assaltantes de turistas) que a principio não tinha mim atentado, até então, discutir o filme com uma colega da faculdade, onde podemos perceber que os mesmos ali mostrados nada mais são do que a representação da figura dos meninos do Rio.
Um absurdo a passagens dos turistas no Pão de Açúcar sendo furtados por um grupo de macacos (mas eles não roubam apenas comida, e sim jóias, carteiras e outros objetos de valor). Depois podemos perceber que esses mesmos macacos são vistos ostentando todos esses objetos em um baile FUNK.

Observamos também que existe um capanga do traficante, que nada mais é do que uma cacatua, cuja fala é a seguinte: "- É nisso que dá mandar macacos fazerem um serviço..."
Tive que asistir o filme pela segunda vez para poder refletir em coisas que a primeira vista não refletir tao criticamente.
O filme mostra: uma criança que é abandonada, o especialista que até o próprio Blue (AVE) critica de suas atitudes, as mulheres aparecem de forma vulgar, os macaquinhos são assaltantes de turistas(ou será que são as crianças da favela?), o segurança é um besta, a favela com traficantes, pessoas abobalhadas que só pensa em carnaval e futebol. E como sempre os americanos é que salvam a gente.
Dai eu mim pergunto o que os brasileiros refletem para os estrangeiros? E pior, o que mostra para as crianças? Será que somos só isso? Um pais que só pensa em bunda, futebol e samba? Acho que não podemos nos resumir a isto. Existe coisas mais bonita no nosso pais, e muito mais coisas a ser mostrado.

PULSERINHAS, ALERTA AOS PAIS! - PROIBIR OU APROVEITAR A OPORTUNIDADE?

Caro leitor:

À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Surgida na Inglaterra e vem se disseminando de uma forma muita rápida no Brasil.
Mas, na realidade elas são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito. Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usada por milhares em várias escolas primárias e custam apenas uns centavos em qualquer banca ao virar da esquina. Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azuis, vermelhos, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os jovens estão dispostos a ir, se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.
Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o ato físico a que corresponde à cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado distante.
Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as meninas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as “pulseiras do sexo”, que custam apenas R$1,00 (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.

Proibir ou não?

Quando se proíbe torna-se o instrumento atraente, e sem a informação o jovem vai contestar, pois eles estão em uma fase onde os hormônios se encontram empovorosa e eles estão tentando lhe dar com sua identidade e se o adulto não informa, contraria, eles vão achar isso atraente e vão continuar utilizando mesmo que não sejam na presença dos responsáveis. O problema tem relação com a informação que esses jovens estão recebendo. A educação sexual tem que acontecer dentro de casa. Há uma falta de vigilância em relação aos filhos, de como eles se comportam fora de casa. O jovem naturalmente tem curiosidade, quer se arriscar. Hoje a gente vive uma liberdade maior e a educação do filho é mais complicada, exige uma abertura maior dos pais principalmente em relação à questão sexual.
O certo é apenas isto: as pulseiras levaram a garotada a falar sobre sexo. E pais e professores não se sentem preparados a tratar desse assunto com crianças tão novas – na sua maioria, entre 08 e 11 anos. A decisão das escolas a priori foi a de proibir o uso das pulseiras mais isso não põe fim à discussão. “Tirar a polêmica do radar das escolas não resolve o problema e instiga ainda mais a curiosidade das Crianças”, diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo. Ao se tornar clandestina, a brincadeira da pulseira fica ainda mais interessante”.

 

Como os pais devem agir?

Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de uma inocente pulseira de silicone? “Proibir como já disse não adianta, porque o adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas continuam usando. Os pais devem aproveitar a oportunidade para debater sexualidade em casa. Os colégios se dividem entre proibir ou ignorar o uso das pulseiras. Acreditamos que esse jogo não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus limites, sem alarde, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional do Colégio Dante Alighieri. Modismo ou não, não custa nada para os pais dar uma olhadinha no que os filhos andam usando no pulso”.
Os pais devem estimular as conversas dentro de casa. O assunto também tem que ser levado às salas de aula. "A proibição das pulseiras só não faz sentido. O diálogo é o primeiro passo para evitar que a informação chegue distorcida a essas crianças",
Portanto pais aproveitem a oportunidade para conversar com seus filhos, não deixe que eles aprendam de uma forma incorreta. Vamos quebrar esse tabu e cuidar melhor de nossas crianças, explicar para eles que a questão da sexualidade não deve ser tratada por meio de pulseiras coloridas, não se pode associar o sexo a algo ruim. E, sim, explicar que o sexo é algo bom, mas não nessa idade Quanto mais bem informadas menos vulneráveis elas ficam.